TPB: : Diferenças Entre Homens e Mulheres

Transtorno Borderline: Diferenças Entre Homens e Mulheres

Autor: Marcelo Paschoal Pizzut – Psicólogo Especialista em TPB
Contato: WhatsApp +55 51 99504 7094 | Valor da sessão: R$ 50,00 (50 min)
Site: https://psicologo-borderline.online/
Registro Profissional: CRPRS


Introdução: O TPB em Gêneros Diferentes

O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é frequentemente associado a mulheres, mas homens também desenvolvem a condição – porém, com algumas diferenças importantes na manifestação dos sintomas.


1. Diferenças na Prevalência e Diagnóstico

Aspecto Mulheres Homens
Taxa de diagnóstico 75% dos casos 25% dos casos
Idade de diagnóstico Adolescência/Adulto jovem Muitas vezes mais tardio
Comorbidades comuns Depressão, ansiedade Transtorno de conduta, abuso de substâncias

💡 Por que menos homens são diagnosticados?

  • Sintomas podem ser confundidos com “mau comportamento” ou outros transtornos (ex.: transtorno de personalidade antissocial);
  • Homens buscam menos ajuda psicológica.

2. Como os Sintomas se Manifestam Diferentemente?

✅ Mulheres com TPB Tendem a:

✔ Maior internalização (automutilação, depressão, crises de choro);
✔ Medo de abandono mais explícito (dependência emocional em relacionamentos);
✔ Comportamentos autodestrutivos mais silenciosos (restrição alimentar, overdose).

✅ Homens com TPB Tendem a:

✔ Externalização da raiva (agressividade, explosões verbais/físicas);
✔ Impulsividade mais “socialmente aceita” (brigas, direção perigosa, abuso de álcool);
✔ Dificuldade em reconhecer vulnerabilidade (evitam falar sobre sentimentos).


3. Desafios Específicos por Gênero

🔹 Para Mulheres:

  • Estigma social (“dramática”, “emocional demais”);
  • Risco maior de hospitalização por tentativas de suicídio;
  • Pressão para serem cuidadoras, mesmo com instabilidade emocional.

🔹 Para Homens:

  • Diagnóstico errado (confundido com “violento” ou “irresponsável”);
  • Menor acesso a tratamento (resistência em buscar terapia);
  • Crises interpretadas como “falta de caráter”.

4. O Tratamento Deve Ser Diferente?

Não na essência (DBT e outras terapias funcionam para ambos), mas a abordagem pode variar:

✔ Para Mulheres:

  • Trabalhar autonomia e dependência emocional;
  • Enfatizar autocuidado sem culpa.

✔ Para Homens:

  • Abordar expressão saudável de raiva;
  • Normalizar vulnerabilidade (“pedir ajuda não te faz fraco”).

5. Conclusão: Entender as Diferenças Ajuda no Apoio

Seja homem ou mulher, o TPB causa sofrimento real, mas:
🔸 Mulheres tendem a sofrer de forma mais internalizada;
🔸 Homens podem externalizar com comportamentos de risco.

O tratamento salva vidas – e quanto antes, melhor.


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“Reconhecer as diferenças é o primeiro passo para acolher cada pessoa com TPB da forma que ela precisa.” – Marcelo Pizzut.

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