Teste Online: Você tem sinais de Transtorno de Personalidade Borderline?

Teste de Autoavaliação 30 Questões

Este é o teste mais completo de triagem para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), desdobrando os critérios do DSM-5-TR em comportamentos reais.

1
Observação: No TPB, atrasos são interpretados como o início de um abandono definitivo, gerando reações de desespero.
2
Observação: Esforços frenéticos para evitar o abandono são a marca registrada da desregulação emocional borderline.
3
Observação: A solidão é vivida como uma ameaça à própria existência para quem tem TPB.
4
Observação: Isso é chamado de “Splitting” (Clivagem). O cérebro não consegue integrar qualidades boas e ruins em uma mesma pessoa.
5
Observação: A instabilidade interpessoal gera um padrão de “montanha-russa” emocional que desgasta ambos os parceiros.
6
Observação: A desvalorização súbita é uma defesa contra o medo de ser ferido ou rejeitado.
7
Observação: O “camaleonismo” ocorre porque a pessoa com TPB tem dificuldade em manter um senso estável de si mesma.
8
Observação: A perturbação da identidade causa uma sensação de estar “perdido” ou “sem núcleo”.
9
Observação: Mudanças súbitas de planos de vida refletem a instabilidade da autoimagem.
10
Observação: A impulsividade financeira é uma tentativa de obter alívio emocional imediato através do consumo.
11
Observação: A comida serve como uma “anestesia” para sentimentos insuportáveis.
12
Observação: A falta de cuidado com a própria segurança é comum em estados de desregulação.
13
Observação: O sexo impulsivo muitas vezes é uma busca por conexão rápida para aliviar o medo do abandono.
14
Atenção: A automutilação é uma tentativa de transformar dor emocional em dor física, que é mais fácil de processar.
15
Observação: A ideação suicida é um sintoma grave que requer acolhimento e tratamento especializado imediato.
16
Observação: Isso reflete a dificuldade extrema de expressar emoções de forma verbal e segura.
17
Observação: A labilidade emocional no TPB é reativa a eventos externos, diferente de outros transtornos de humor.
18
Observação: A hiper-reatividade emocional faz com que a pessoa leve muito tempo para voltar ao estado de calma.
19
Observação: Borderlines são frequentemente chamados de “emocionalmente superdotados” pela intensidade do que sentem.
20
Observação: O vazio crônico é uma das sensações mais dolorosas e difíceis de descrever do TPB.
21
Observação: O tédio persistente muitas vezes leva à busca por comportamentos de risco para “sentir algo”.
22
Observação: Essa sensação de “falta” está ligada à fragilidade do senso de identidade.
23
Observação: A raiva intensa e desproporcional é uma reação à dor emocional acumulada.
24
Observação: Sentir-se ignorado é um gatilho poderoso para a “ira borderline”.
25
Observação: A agressividade externa muitas vezes é seguida por um sentimento profundo de culpa e vergonha.
26
Observação: Isso se chama dissociação. É uma forma do cérebro “desligar” para não sentir a dor emocional.
27
Observação: A ideação paranoide transitória ocorre sob estresse severo e desaparece quando a calma volta.
28
Observação: A amnésia dissociativa pode ocorrer quando o nível de cortisol e adrenalina está altíssimo.
29
Observação: A sensação de isolamento emocional é uma consequência da intensidade única do TPB.
30
Observação: A hipersensibilidade à crítica está ligada à fragilidade da autoestima e ao medo da rejeição.

Resultado da Autoavaliação

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O que este resultado significa? Esta pontuação é um indicativo da presença de traços Borderline. O diagnóstico real só pode ser feito em consulta.

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Entendendo a Complexidade do TPB

Viver com TPB é como estar em um oceano agitado sem um barco sólido. Cada onda de emoção parece capaz de te afogar. No entanto, com o tratamento certo, é possível construir esse barco e aprender a navegar.

🧠 Neuroplasticidade

O cérebro pode ser treinado. Através da terapia, novas conexões neurais são criadas, fortalecendo o controle emocional e reduzindo a reatividade da amígdala.

✨ Terapia DBT

A Terapia Comportamental Dialética foca em habilidades práticas. Não é apenas “falar sobre o passado”, mas aprender a lidar com o presente de forma eficaz.

© 2026 Psicólogo Marcelo Paschoal Pizzut – CRP 07/26008
Especialista em Transtorno de Personalidade Borderline

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