Marcelo Paschoal Pizzut — Psicólogo Especialista em Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)

Meu nome é Marcelo Paschoal Pizzut, sou psicólogo clínico (CRP 07/26008) e, antes de qualquer título, sou alguém que escolheu trabalhar com aquilo que muitas pessoas evitam: a dor emocional intensa, invisível e frequentemente mal compreendida.
Minha atuação é especializada no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) — um dos quadros mais complexos, estigmatizados e, ao mesmo tempo, mais passíveis de melhora quando existe tratamento adequado, vínculo terapêutico sólido e respeito pela história de cada pessoa.
Ao longo dos anos, aprendi que o TPB não é excesso de drama, nem falta de caráter, nem manipulação. O TPB é sofrimento psíquico real. É viver emoções em volume máximo. É sentir tudo de forma profunda, rápida e, muitas vezes, dolorosa. É amar intensamente e temer perder com a mesma força. É desejar proximidade e, ao mesmo tempo, sentir pânico diante dela.
E é exatamente aí que meu trabalho começa.
Prática clínica humanizada, estruturada e baseada em evidência científica
Minha prática não é baseada em julgamentos, rótulos ou promessas vazias. Ela é construída a partir de escuta clínica qualificada, validação emocional e estratégias terapêuticas que funcionam na vida real.
Atendo pessoas que:
- Vivem com instabilidade emocional intensa
- Sentem medo profundo de abandono
- Sofrem com impulsividade, autossabotagem ou explosões emocionais
- Têm histórico de relacionamentos turbulentos
- Carregam culpa, vergonha e sensação de vazio
- Já passaram por vários tratamentos sem se sentirem compreendidas
Muitos dos meus pacientes chegam desacreditados. Outros chegam com esperança, mas também com medo de não serem compreendidos novamente, de serem vistos apenas como um diagnóstico.
Meu compromisso é simples e profundo: ver a pessoa antes do transtorno — e, ao mesmo tempo, tratar o transtorno com seriedade clínica.
Terapia Comportamental Dialética (TCD): o padrão-ouro no tratamento do TPB
Utilizo como base principal do meu trabalho a Terapia Comportamental Dialética (TCD), abordagem desenvolvida especificamente para o tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline e reconhecida internacionalmente como o tratamento com maior evidência científica para esse quadro.
A TCD não tenta apagar emoções. Ela ensina algo muito mais importante: como viver com emoções intensas sem ser destruído por elas.
Na prática clínica, a TCD ajuda meus pacientes a:
- Regular emoções intensas sem recorrer à impulsividade
- Reduzir comportamentos autodestrutivos
- Desenvolver habilidades de tolerância ao sofrimento
- Construir relacionamentos mais estáveis e seguros
- Aprender a se respeitar sem se anular
- Criar uma vida que realmente valha a pena ser vivida
Mas nenhum protocolo funciona sem humanidade. Por isso, minha aplicação da TCD é sempre adaptada à história, à realidade emocional e ao ritmo de cada paciente.
Formação acadêmica em Psicologia: base sólida aliada à prática clínica
Minha trajetória acadêmica foi construída com foco em compreender profundamente o sofrimento psíquico — especialmente aquele que não aparece de forma simples nos manuais.
- Graduação em Psicologia — Universidade Paulista (UNIP, 2008)
- Mestrado em Psicologia — Nebrija Universidad (Espanha)
- Doutorado em Psicologia — Selinus University (2022)
Minha tese de doutorado teve como tema: “Transtorno de Personalidade Borderline e Dificuldades de Diagnóstico”
Esse trabalho nasceu da prática clínica — da observação de quantas pessoas com TPB passam anos sendo mal diagnosticadas, invalidadas ou tratadas como “difíceis”. Minha pesquisa se debruçou justamente sobre os erros diagnósticos, os vieses clínicos e os impactos disso na vida dos pacientes.
Além disso, possuo formações complementares em:
- Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
- Psicanálise Clínica
- Psicodiagnóstico
Essa formação plural me permite olhar o paciente de forma integrada, sem reduzi-lo a uma única lente teórica.
Minha missão: desmistificar o TPB e devolver dignidade ao sofrimento emocional
Minha missão profissional é clara: desmistificar o Transtorno de Personalidade Borderline, reduzir o estigma e ajudar pessoas a construírem uma vida mais estável, respeitosa e possível.
O TPB ainda é visto, muitas vezes, como um “diagnóstico difícil”, um “caso complicado” ou até como algo sem solução. Isso não é verdade. O que falta, na maioria das vezes, é:
- Diagnóstico correto
- Tratamento especializado
- Tempo
- Vínculo terapêutico verdadeiro
Quando esses elementos existem, a mudança acontece. Não de forma mágica, mas de forma consistente.
A melhora não significa deixar de sentir. Significa aprender a sentir sem se machucar.
O que ofereço na prática clínica
Atendimento especializado em TPB com TCD (padrão-ouro)
Meu foco é o tratamento do TPB em todas as suas expressões: emocionais, relacionais e comportamentais. O trabalho é estruturado, contínuo e adaptado à realidade do paciente.
Apoio a famílias e casais afetados pelo TPB
O TPB não afeta apenas quem recebe o diagnóstico. Ele impacta relações, famílias e vínculos afetivos. Por isso, ofereço orientação e suporte para:
- Familiares que querem compreender melhor o transtorno
- Casais que sofrem com ciclos de conflito, afastamento e reconciliação
- Pessoas que amam alguém com TPB e não sabem como ajudar sem se perder
Atendimento online sigiloso em todo o Brasil
Atendo online, com total sigilo, ética e segurança, permitindo que pessoas de qualquer região do Brasil tenham acesso a tratamento especializado — algo ainda raro quando falamos em TPB.
Valores sociais acessíveis: entre R$ 30 e R$ 100
Ofereço valores sociais entre R$ 30 e R$ 100, porque acredito que o acesso à saúde mental não deve ser limitado pela condição financeira. Sofrimento emocional não escolhe classe social — e o cuidado também não deveria escolher.
Atendimento para outros transtornos do DSM-5
Embora meu foco seja o TPB, também realizo atendimento para outros transtornos e dificuldades descritos no DSM-5, sempre respeitando os limites éticos e técnicos da prática clínica.
Construir uma carreira clínica sólida no cuidado ao TPB
Ao longo da minha carreira profissional como psicólogo clínico, aprendi que trabalhar com o Transtorno de Personalidade Borderline não é apenas uma escolha teórica, mas uma decisão ética e existencial. O TPB exige do profissional algo que vai além do domínio técnico: exige presença, constância, tolerância à frustração e compromisso de longo prazo.
Na prática, isso implica investir continuamente em formação, supervisão clínica e atualização científica. Não é possível sustentar uma atuação ética sem diálogo constante com a produção acadêmica, como aquela disponível em bases reconhecidas como a SciELO Brasil, que reúne pesquisas fundamentais sobre saúde mental. Ao mesmo tempo, a carreira clínica exige enraizamento na realidade brasileira, respeitando diretrizes do Conselho Federal de Psicologia e do Ministério da Saúde.
Especialização clínica e identidade profissional
Toda carreira sólida na psicologia clínica passa pela construção de uma identidade profissional clara. No meu percurso, especializar-me no Transtorno de Personalidade Borderline foi uma forma de alinhar conhecimento técnico com propósito pessoal. No caso do TPB, essa clareza é ainda mais essencial, pois pessoas com esse diagnóstico frequentemente chegam desacreditadas após experiências terapêuticas frustrantes.
Construir essa identidade exige coerência entre discurso e prática. Não basta dizer que se trabalha com TPB; é necessário compreender profundamente suas manifestações emocionais, relacionais e comportamentais. Isso envolve estudo contínuo, análise de casos complexos e abertura para revisar a própria atuação.
Esse posicionamento profissional está detalhado na página de psicólogo especialista em transtorno de personalidade borderline.
Sustentabilidade emocional do profissional e rotina clínica
Um aspecto frequentemente negligenciado na construção de uma carreira clínica é a sustentabilidade emocional do próprio profissional. Atender pessoas com TPB implica lidar diariamente com crises, ambivalências, rupturas e recomeços. Sem limites claros e autocuidado consistente, o risco de esgotamento é real.
Estabelecer contratos claros, horários definidos e limites bem comunicados não é frieza — é cuidado. Pacientes com TPB se beneficiam enormemente de um enquadre estável, previsível e coerente. A carreira clínica amadurece quando o psicólogo entende que dizer “não” em alguns momentos também é parte do tratamento.
Trabalho em rede e cuidado integral ao paciente com TPB
Nenhuma carreira em saúde mental se constrói de forma isolada. No atendimento ao TPB, o trabalho em rede é fundamental para garantir cuidado integral ao paciente. Em muitos casos, o acompanhamento psicológico precisa caminhar junto com avaliação psiquiátrica, suporte familiar e, eventualmente, serviços de emergência.
Ao longo da carreira, também se torna evidente a importância de criar espaços de orientação e apoio, como o grupo de apoio no WhatsApp, que funciona como extensão informativa e comunitária do trabalho clínico.
Presença digital responsável e autoridade clínica
Na era digital, a carreira do psicólogo também se constrói no ambiente online. No entanto, autoridade clínica não se confunde com exposição excessiva ou promessas simplificadas. Trabalhar com TPB exige cuidado redobrado na comunicação, pois conteúdos mal contextualizados podem gerar expectativas irreais ou reforçar estigmas.
Por isso, os limites e regras do atendimento estão claramente descritos, deixando transparente o papel do tratamento e a importância do acompanhamento profissional contínuo.
Um convite sincero: você não é um problema impossível
Se você chegou até aqui, talvez esteja cansado(a). Talvez esteja confuso(a). Talvez esteja apenas buscando entender o que sente. Seja qual for o motivo, quero que saiba:
- Você não é exagerado(a).
- Você não é fraco(a).
- Você não é um problema impossível.
Com o tratamento certo, apoio adequado e tempo, é possível viver com mais estabilidade, menos sofrimento e mais respeito por si mesmo(a).
Meu trabalho existe para caminhar ao seu lado nesse processo. Entre em contato e dê o primeiro passo.
