Em um mundo obcecado por aparências, muitas pessoas negligenciam a complexidade interna do corpo humano. Dietas extremas e a busca pela perfeição externa podem prejudicar a saúde, enquanto ignoramos as reações químicas no cérebro que moldam nosso bem-estar. A neurocientista Candace Pert revelou que nosso cérebro funciona como uma “farmácia interna,” produzindo substâncias que influenciam nossas emoções e saúde física.Como psicólogo, Marcelo Paschoal Pissuto, utilizo esses conceitos para ajudar clientes a cultivar emoções positivas e melhorar sua saúde mental. Neste artigo, exploraremos a farmácia interna, como pensamentos moldam o corpo, e como a terapia online via WhatsApp, Google Meet, Microsoft Teams ou Zoom pode transformar sua vida.
O Que é a Farmácia Interna?
A Dra. Candace Pert, uma renomada neurocientista, descobriu que o cérebro produz pequenos aminoácidos chamados neuropeptídeos, que atuam como mensageiros químicos. Esses peptídeos, gerados no hipotálamo, viajam pela corrente sanguínea para se conectar a células específicas, alimentando-as com informações emocionais. Por exemplo, um peptídeo carregado de amor só se conecta a uma célula com um receptor compatível, influenciando até o núcleo celular.
Pert argumentou que “somos o que pensamos.” Emoções como raiva ou alegria geram peptídeos que alimentam nossas células, criando um ciclo de feedback. Se alimentamos nossas células com negatividade, elas podem se “viciar” nesses sentimentos, exigindo mais do mesmo. Essa descoberta explica por que vícios emocionais e hábitos são difíceis de quebrar.
- Neuropeptídeos: Mensageiros químicos que transportam emoções.
- Receptores Celulares: Conectam-se a peptídeos compatíveis, influenciando a célula.
- Ciclo de Feedback: Emoções repetidas reforçam padrões celulares.
Como as Emoções Moldam o Corpo
A pesquisa de Pert mostra que a mente e o corpo estão profundamente interligados. Quando sentimos uma emoção, o cérebro libera peptídeos que se conectam a células em todo o corpo, influenciando sua função. Por exemplo, sentimentos de amor ou gratidão podem promover saúde celular, enquanto raiva ou tristeza podem gerar estresse oxidativo, prejudicando o corpo.
Um cliente que vivia estressado descobriu, em terapia, que sua raiva constante alimentava um ciclo de peptídeos negativos, causando fadiga crônica. Ao praticar gratidão, ele mudou esse ciclo, melhorando sua energia. A repetição de emoções negativas cria um “vício celular,” enquanto emoções positivas promovem saúde.
Além disso, as células se reproduzem, passando suas preferências às células filhas. Células alimentadas por autovitimização podem gerar descendentes com maior afinidade por negatividade, reforçando o ditado: “A mente constrói o corpo.”

Os Riscos dos Ciclos Negativos
Quando alimentamos nossas células com emoções negativas, criamos um círculo vicioso. Após alimentar uma célula, os peptídeos retornam ao hipotálamo para se recarregar. Se a célula foi exposta a negatividade, ela pode modificar os peptídeos, transformando-os em carregadores de sentimentos ruins. Com o tempo, isso reforça hábitos destrutivos, como ansiedade ou depressão.
Por exemplo, uma cliente que se autossabotava percebeu, em sessões via Google Meet, que sua autocrítica alimentava um ciclo de peptídeos negativos. Com terapia, ela aprendeu a substituir esses pensamentos por afirmações positivas, quebrando o ciclo. A repetição faz o hábito, e a terapia pode ajudar a redirecionar esses padrões.
Pert também destacou que vícios emocionais são complexos porque as células se acostumam a certos peptídeos, exigindo mais da mesma emoção. Isso explica por que mudar padrões emocionais pode ser desafiador, mas não impossível.
Como a Terapia Online Pode Ajudar a Cultivar a Farmácia Interna
A terapia online via WhatsApp, Google Meet, Microsoft Teams ou Zoom é uma ferramenta poderosa para cultivar emoções positivas e otimizar sua farmácia interna. Como psicólogo, utilizo técnicas como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e mindfulness para ajudar os clientes a identificar padrões emocionais e substituí-los por pensamentos saudáveis.
Por exemplo, um cliente com ansiedade crônica aprendeu, em sessões via Zoom, a praticar gratidão diária, reduzindo a produção de peptídeos negativos e melhorando seu humor. A flexibilidade dessas plataformas permite que você receba suporte de qualquer lugar, ideal para agendas lotadas.
Estudos, como os publicados na *Journal of Psychosomatic Research*, confirmam que a terapia pode melhorar a conexão mente-corpo, reduzindo sintomas de ansiedade e depressão. WhatsApp, Google Meet, Teams e Zoom oferecem segurança e confidencialidade, criando um espaço acolhedor para sua transformação.
Exercícios Práticos para Nutrir a Farmácia Interna
Aqui estão estratégias práticas, baseadas na pesquisa de Pert, para cultivar emoções positivas:
- Diário de Gratidão: Anote três coisas pelas quais você é grato todos os dias. Isso estimula peptídeos positivos, promovendo saúde celular.
- Meditação Mindfulness: Dedique 5 minutos diários para focar na respiração, observando seus pensamentos sem julgamento. Isso reduz peptídeos negativos.
- Afirmações Positivas: Repita frases como “Eu sou calmo e saudável” três vezes ao dia. Isso reprograma sua farmácia interna.
- Terapia Online: Trabalhe com um psicólogo via WhatsApp, Google Meet, Teams ou Zoom para desenvolver estratégias personalizadas de regulação emocional.
Essas práticas ajudam a quebrar ciclos negativos e promovem bem-estar. A terapia online pode aprofundar esses exercícios, oferecendo apoio profissional.
A Mente Constrói o Corpo
A pesquisa de Candace Pert nos lembra que a chave para a saúde não está apenas na aparência externa, mas na mente. Quanto mais cultivamos sentimentos positivos, mais nossas células desejam esses “alimentos” saudáveis. Isso explica por que pessoas que praticam otimismo tendem a ter melhor saúde física e mental.
Um cliente que sofria de depressão descobriu, em sessões via WhatsApp, que seus pensamentos negativos alimentavam um ciclo de peptídeos destrutivos. Com terapia, ele aprendeu a focar em momentos de alegria, melhorando sua disposição. A terapia online oferece um espaço seguro para reprogramar sua farmácia interna.
Pert também destacou que problemas emocionais como ansiedade e depressão estão ligados a desequilíbrios na farmácia interna. A terapia pode ajudar a restaurar esse equilíbrio, promovendo uma vida mais saudável.

FAQs Sobre a Farmácia Interna
O que é a farmácia interna?
É o conceito de Candace Pert que descreve como o cérebro produz neuropeptídeos que transportam emoções, influenciando a saúde celular.
Como a terapia online ajuda a farmácia interna?
A terapia online via WhatsApp, Google Meet, Teams ou Zoom usa técnicas como TCC para cultivar emoções positivas, otimizando a produção de peptídeos saudáveis.
Posso mudar meus padrões emocionais?
Sim, com práticas como gratidão e terapia, você pode quebrar ciclos negativos e promover saúde mental e física.
As descobertas recentes da neurociência confirmam que o cérebro não é uma estrutura fixa, mas um sistema dinâmico, plástico e profundamente influenciado pela experiência. O conceito de neuroplasticidade demonstra que pensamentos, emoções e comportamentos repetidos modificam conexões sinápticas, fortalecendo determinados circuitos neurais enquanto outros se enfraquecem. Isso significa que estados emocionais recorrentes, como medo crônico, autocrítica ou esperança, literalmente moldam o funcionamento cerebral ao longo do tempo. Essa compreensão científica dialoga diretamente com a ideia da “farmácia interna”, pois mostra que o cérebro aprende aquilo que praticamos emocionalmente. Em contextos clínicos, essa noção é essencial para compreender por que padrões de sofrimento emocional tendem a se repetir, especialmente em quadros de instabilidade afetiva. Abordagens psicoterapêuticas fundamentadas na neurociência, como as utilizadas em psicologo-borderline.online, trabalham justamente na criação de novas experiências emocionais corretivas, capazes de reconfigurar redes neurais ligadas à regulação emocional e ao senso de identidade.
Outro avanço importante da neurociência diz respeito ao papel do sistema límbico, especialmente da amígdala, no processamento emocional. Estudos mostram que a amígdala cerebral atua como um detector de ameaça, sendo hiperativada em pessoas que viveram experiências de trauma, negligência emocional ou vínculos inseguros. Quando esse sistema permanece constantemente ativado, o organismo entra em estado de alerta crônico, liberando cortisol e outras substâncias relacionadas ao estresse. Esse processo impacta memória, atenção, sono e até o sistema imunológico. A psicoterapia baseada em evidências neurocientíficas ajuda o cérebro a diferenciar perigo real de memórias emocionais antigas. Em tratamentos especializados, como os descritos em atendimentos focados em TPB, o trabalho clínico visa reduzir a hiperativação da amígdala e fortalecer áreas do córtex pré-frontal responsáveis pela autorregulação e tomada de decisão consciente.
A neurociência afetiva também evidencia a importância do córtex pré-frontal medial na construção do senso de identidade e da autoimagem. Essa região cerebral está diretamente relacionada à capacidade de refletir sobre si mesmo, regular emoções e estabelecer narrativas coerentes sobre a própria história. Quando há déficits nesse funcionamento, a pessoa pode experimentar sentimentos intensos de vazio, confusão interna e dificuldade em manter uma percepção estável de quem é. Intervenções psicoterapêuticas consistentes favorecem o fortalecimento dessas redes neurais por meio do vínculo terapêutico e da repetição de experiências emocionais seguras. Esse processo é gradual, mas cientificamente consistente, e encontra respaldo em estudos publicados na SciELO Brasil, que apontam a eficácia da psicoterapia na reorganização funcional do cérebro ao longo do tempo.
Outro ponto fundamental trazido pela neurociência contemporânea é a relação entre corpo e emoção mediada pelo nervo vago. A chamada teoria polivagal demonstra que a sensação de segurança ou ameaça influencia diretamente o funcionamento do sistema nervoso autônomo. Quando o organismo percebe segurança, ativa-se o sistema parassimpático, favorecendo calma, conexão social e digestão adequada. Já em estados de ameaça, o corpo entra em modos de luta, fuga ou congelamento. A terapia psicológica atua como um espaço de co-regulação, ajudando o sistema nervoso do paciente a aprender novos estados de segurança emocional. Práticas como respiração consciente, atenção plena e validação emocional possuem respaldo neurofisiológico e são frequentemente integradas a abordagens clínicas modernas, inclusive em contextos interdisciplinares com psiquiatria, como apresentado em psicologia e psiquiatria integradas.
As pesquisas em neurociência social mostram que o cérebro humano é essencialmente relacional. Circuitos neurais ligados à empatia, reconhecimento emocional e pertencimento são ativados em interações seguras e consistentes. A ausência dessas experiências, especialmente na infância, impacta profundamente o desenvolvimento emocional. Isso explica por que vínculos terapêuticos estáveis possuem efeito regulador tão potente. Grupos de apoio e espaços de troca emocional, como grupos terapêuticos mediados por profissionais, podem atuar como extensões desse processo, oferecendo experiências de validação e pertencimento que favorecem reorganizações neurais positivas. Instituições como a Fiocruz destacam a importância do cuidado comunitário e relacional na promoção da saúde mental.
A neurociência também esclarece por que a repetição é um elemento central no processo terapêutico. Sinapses se fortalecem por meio de ativação recorrente, o que significa que mudanças emocionais profundas exigem tempo e constância. Não se trata de “pensar positivo”, mas de criar novas experiências emocionais que, repetidas ao longo do tempo, consolidam novos caminhos neurais. Esse entendimento ajuda a reduzir a frustração de pacientes que esperam mudanças rápidas. O processo terapêutico é, do ponto de vista neurobiológico, um treinamento emocional progressivo. Diretrizes éticas sobre essa atuação podem ser consultadas em normas profissionais, garantindo intervenções responsáveis e baseadas em ciência.
Outro achado relevante da neurociência é a relação entre inflamação, estresse crônico e saúde mental. Estados emocionais prolongados de sofrimento estão associados ao aumento de marcadores inflamatórios no organismo, afetando tanto o cérebro quanto o corpo. Isso reforça a importância de intervenções precoces e integradas. Informações oficiais sobre saúde mental e políticas públicas podem ser encontradas no Ministério da Saúde, que reconhece a saúde emocional como parte essencial do cuidado integral. A psicoterapia, nesse contexto, atua como fator de proteção neurobiológica, ajudando a reduzir o impacto do estresse crônico sobre o organismo.
Em síntese, as descobertas da neurociência reforçam que cuidar da mente é, simultaneamente, cuidar do cérebro e do corpo. Emoções não são abstrações: elas têm substrato neuroquímico, impacto celular e consequências sistêmicas. A psicoterapia baseada em evidências neurocientíficas oferece um caminho ético e humanizado para a reorganização emocional e o fortalecimento da saúde mental. Para conhecer mais sobre a abordagem profissional e os fundamentos desse trabalho clínico, é possível acessar informações institucionais ou entrar em contato por meio de canais oficiais. A neurociência não promete atalhos, mas oferece compreensão profunda e possibilidades reais de transformação.
Sobre Marcelo Paschoal Pizzut
Marcelo Paschoal Pissuto é um psicólogo clínico dedicado a ajudar clientes a melhorar sua saúde mental através de sessões online via WhatsApp, Google Meet, Microsoft Teams ou Zoom. Com uma abordagem que integra Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), mindfulness e a ciência da conexão mente-corpo, Marcelo cria um ambiente acolhedor para o crescimento pessoal, ajudando os clientes a cultivar emoções positivas e alcançar bem-estar.
Além de sua prática psicológica, Marcelo é professor de inglês online, trazendo sua habilidade em comunicação clara e conexão humana para ambos os campos. Ele mantém um blog de autoajuda para compartilhar insights e estratégias que promovem o bem-estar mental, inspirando transformações significativas. Com anos de experiência, Marcelo é comprometido em oferecer suporte confidencial e personalizado.
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